Exposição patente no Celeiro da Patriarcal dá a conhecer o património arqueológico e construído de Vila Franca de Xira
Conteúdo atualizado em3 de julho de 2026às 15:17
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A exposição “Proteger a Memória – Vila Franca de Xira e o Património Arqueológico e Construído” já pode ser visitada no Celeiro da Patriarcal. Inaugurada a 2 de julho, a mostra dá a conhecer o trabalho desenvolvido pelo Município na preservação, salvaguarda e valorização do património do concelho.
Através de documentos, peças patrimoniais e achados arqueológicos, a exposição revela o processo de identificação, estudo e conservação de bens culturais que integram a memória coletiva do território. O percurso expositivo evidencia igualmente a diversidade do património local — imóvel, móvel, arqueológico e imaterial — e a forma como este é integrado nas políticas culturais municipais.
Este trabalho resulta da articulação entre vários serviços da autarquia, nomeadamente o Setor de Património Histórico, o Setor de Arqueologia, o Núcleo de Conservação e Restauro e o Serviço Educativo, responsáveis por intervenções que vão desde a inventariação e classificação de bens culturais à sua conservação, requalificação e divulgação junto da comunidade.
Nas últimas décadas, este esforço tem sido reforçado através da realização de estudos e inventários, bem como da aquisição, preservação e valorização de bens históricos e arqueológicos, contribuindo para um conhecimento mais aprofundado da identidade e da história de Vila Franca de Xira.
A iniciativa inclui ainda um conjunto de ações educativas dirigidas ao público infantil, que promovem o contacto das crianças com a história e o património do concelho através de atividades práticas e interativas. Destinadas a participantes a partir dos 6 anos, estas ações estão abertas ao público em geral e a grupos organizados, mediante inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo.cultura@cm-vfxira.pt.
Patente até 11 de outubro’ 26, a exposição convida os visitantes a refletirem sobre a importância da proteção e transmissão do património às gerações futuras, reforçando o papel das instituições públicas na salvaguarda da memória coletiva.
A entrada é livre.