Mata do Paraíso – um corredor ecológico
Conteúdo atualizado em10 de fevereiro de 2026às 19:22
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A propriedade municipal florestal da “Mata do Paraíso” localiza-se na freguesia de Vialonga e tem uma área de cerca de 19ha na sua maioria de pinhal (Figura 1), desenvolvendo-se entre as cotas altimétricas 58.00 e 145.00m. Existem no seu interior, duas linhas de águas torrenciais, sendo que a Ribeira da Fonte Santa estabelece a fronteira entre o Concelho de Vila Franca de Xira e o Concelho de Loures e alimenta a cascata da Mata do Paraíso.
Salienta-se a densidade e a extensão do coberto arbóreo, composto essencialmente por povoamento dominado por Pinus pinea (pinheiro-manso) verificando-se também o aparecimento com presença de outras espécies arbóreas, tais como, pinheiro-do-alepo (Pinus Halenpensis), zambujeiro (Olea europea), alfarrobeira (Ceratonia siliqua) freixo (Fraxinus angustifolia) e com um subcoberto arbustivo de aroeira (Pistacia lentiscus), murta (Myrtus communis), tojo (Ulex europaeus), entre outras espécies arbustivas características da nossa flora.
Pelo Plano Regional de Ordenamento Florestal de Lisboa e Vale do Tejo (PROF-LVT), uma parte da Mata do Paraíso é considerada como Corredor Ecológico, com o objetivo de favorecer o intercâmbio genético essencial para a manutenção da biodiversidade, incluindo uma adequada integração e desenvolvimento das atividades humanas.
Através do PROF-LVT, pode então dizer-se que a Mata do Paraíso, desempenha as seguintes funções: