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Aviso à População | Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação e vento - 1 e 2 de fevereiro
Aviso à População N.º 03/2026, referente a Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação e Vento, de acordo com informação do IPMA, APA e ANEPC, referente às previsões meteorológicas entre os dias 1 e 2 de fevereiro.
O Serviço Municipal de Proteção Civil, através do Centro de Coordenação Operacional Municipal, continuará a acompanhar permanentemente a situação em estreita articulação com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS – PRECIPITAÇÃO E VENTO – 1 e 2 fevereiro
MEDIDAS PREVENTIVAS
1. SITUAÇÃO METEOROLÓGICA E HIDROLÓGICA
De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA/APA/ANEPC para as próximas horas, salienta-se a
precipitação persistente e por vezes forte, a agitação marítima e o vento forte:
- Precipitação: Períodos de chuva ou aguaceiros por vezes fortes, podendo ser de granizo e acompanhados de trovoada, entre as 21:00UTC de 01.02.2026 e as 06:00UTC de 02.02.2026
- Vento com rajadas até 100 km/h entre as 21:00UTC de 01.02.2026 e as 03:00UTC de 02.02.2026
- Bacia do Rio Tejo: Caudais superiores aos habituais. Situação hidrológica potencialmente perigosa, com a probabilidade de cheias.
Prevê-se um aumento da velocidade da escorrência das águas em virtude da menor capacidade de absorção dos terrenos.
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas previstas é expectável:
- Piso rodoviário escorregadio por eventual formação de lençóis de água;
- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
- Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preiamar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Possibilidade de queda de ramos ou árvores, bem como de afetação de infraestruturas associadas às redes de comunicações e energia;
- Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência;
- Possíveis acidentes na orla costeira.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS E DE AUTOPROTEÇÃO
O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação de medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
- Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a formação de lençóis de água nas vias;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
- Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
- Nos terrenos confinantes com rios e cursos de água, historicamente sujeitos a cheias e inundações, retirar os animais e os equipamentos agrícolas.
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.